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| Fonte:
Professor Ed. Física |
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By Tiago Lucian de Oliveira |
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2009 |
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Em busca de Hipertrofia muscular?
Hipertrofia muscular
é o aumento no tamanho e no numero de filamentos
de actina e miosina e adição de sarcômeros
dentro das fibras musculares, e significa um
aumento na secção transversa do músculo.
Para ocorrer este
processo primeiro é necessário manter o balanço
nitrogenado positivo, ou seja, manter maior
anabolismo do que catabolismo, o que torna-se
uma tarefa difícil pois estamos expostos ao
catabolismo em toda situação de estresse
orgânico ou emocional devido ao aumento da
produção de cortisol, produzido pela glândula
supra-renal.
“Para reduzir o
catabolismo devemos procurar manter as emoções
sob controle e realizar treinos curtos. Dessa
forma a desidratação e a produção de cortisol e
de amônia não serão excessivas” (SANTAREM,
1999).
Para haver
hipertrofia precisamos quebrar a homeostase
através do treinamento de força, buscando o
estímulo ideal. A grande questão está em
utilizar de forma correta a intensidade x
volume. Devemos entender que relativamente ao
aumentarmos a intensidade diminuiremos o volume
e vice-versa, ou seja quanto maior a carga
utilizada menor será o tempo de duração e quanto
maior o volume menor será a carga suportada.
Um dos erros mais
comuns é a realização de um volume muito grande
durante um período, isto é, treinar demais ou
treinos muito longos, principalmente quando você
se encontra nos primeiros anos de treinamento. O
que acaba por acontecer é não dar tempo para que
nosso organismo sofra as adaptações necessárias
gradativamente para estabelecer uma base
orgânica sólida e assim subir gradativamente os
patamares subseqüentes na curva da evolução de
performance. (Prof. Marcello Butenas)
Caracteriza-se pelo
treino de hipertrofia repetições entre 6 à 12,
sendo a carga trabalhada entre 67% e 85% de 1
repetição máxima (1 RM). Deve-se utilizar 3 ou
mais séries por grupo muscular e treinar o mesmo
grupamento de 1 à 3 vezes por semana dependendo
da intensidade, havendo um intervalo de 48 à 72
horas em média. A execução lenta aumenta a
tensão no músculo e gera um importante estímulo
para a hipertrofia muscular.
Com relação à
segurança, quando bem realizados, os exercícios
com pesos apresentam baixo índice de lesões
músculo-esqueléticas e baixo risco de acidentes
vasculares cerebrais e coronarianos. A
eficiência exige pesos relativamente elevados,
que permitem poucas repetições, mas desde que
não se façam esforços absolutamente máximos, a
pressão arterial aumenta dentro de níveis
seguros. Com os intervalos de descanso entre as
séries sendo relativamente longos, geralmente
acima de um ou dois minutos, a freqüência
cardíaca aumenta muito pouco. Por estas razões,
já se demonstrou que o caminhar rápido pode
apresentar estresse cardiocirculatório maior do
que o treinamento com pesos bem orientado. Além
disto, os exercícios com pesos não apresentam os
fatores predisponentes ao trauma, tão comuns na
maioria das atividades esportivas: impactos,
acelerações, desacelerações, torções, risco de
trauma direto e de quedas. A carga, desde que
não excessiva, não é um fator de lesão. Ao
contrário, apresenta efeitos tróficos,
estimulando o fortalecimento dos tecidos. (Dr.
José Maria Santarém, 1999)
Portanto devemos obter orientações de um
Professor de Educação Física qualificado,
potencializando os resultados, aperfeiçoando o
condicionamento físico e mantendo equilíbrio
entre corpo e mente.
Referências
Marcello Butenas
26/08/2009
http://www.gssi.com.br/scripts/publicacoes/Treinador/Treinador_Detalhes.asp?DscArquivoHtm=\Treinador\Html\marcelo_butenas.htm
Marcelo Xavier Alves Fagundes
27/08/2009
http://www.spolti.com.br/PortaldoAtleta/artigos/artigo_0004.aspx
Dr. José Maria Santarem Sobrinho
01/08/2009
http://www.saudetotal.com.br/artigos/atividadefisica/potencia.asp
Dr. José Maria
Santarém Sobrinho
05/09/2009
http://www.saudetotal.com.br/artigos/atividadefisica/qualidade.asp
UCHIDA, Marcos C. ET
AL. Manual de Musculação. 5 ed. São
Paulo: PHORTE, 2008.