Como a neurociência vai entrar em sua vida?

Competição, ciência e outras coisas mais...

  • Leandro Rhein
Por Leandro Rhein
Colunista de Saúde e Atividade Física
Editor Geral
09/03/2017
TAGS#Hipertrofia #Competição #Massa Muscular #Definição #Emagrecimento #Fisiculturismo

Olá sou Prof. Leandro Rhein, neurocientista, nutriesportivo e autor de 13 livros, estou terminando um estudo científico e um livro sobre a transformação de um obeso mórbido em atleta de fisiculturismo e faz parte do meu projeto competir no fisiculturismo. Fiz a preparação toda assistida por profissionais no Instagram com o nome de FIT4MIND, e na minha primeira coluna aqui na MUSCLES, como Editor-chefe, eu gostaria de contar um pouco sobre isso para vocês.

Vou estrear como atleta do estreantes no dia  19/03 na categoria MENS SPORT MODEL mostrar que é possível sem cirurgias emagrecer 70kg e competir, na categoria, será para superação e para material para o livro que estou escrevendo. Estou a 9 dias da competição e fico feliz de começar as atividades por aqui nessa data tão especial para mim.

Irei competir com sobra de pele no abdômen até para mostrar as possibilidades reais de um ex-obeso e sua transformação fitness. Além de ser um estudo científico, foi uma lição de vida viver o fisiculturismo por 14 meses. Driblar tudo e todos, para mostrar que é possível. Falarei mais disso por aqui com vocês!

Em neurociência, comida é algo que chamamos de "recompensa natural". Para que sobrevivamos como espécie, coisas como comer, fazer sexo e cuidar dos bebês precisa ser prazeroso o suficiente ao cérebro, de maneira que tais comportamentos sejam reforçados e repetidos.

A evolução resultou na via mesolímbica, um sistema cerebral que decifra estas recompensas naturais para nós. Quando fazemos algo prazeroso, um grupo de neurônios chamados de área ventral tegmental usa o neurotransmissor dopamina para sinalizar uma parte do cérebro chamada de nucleus accumens.

A conexão entre o nucleus accumbens e nosso córtex pré-frontal controla nosso movimento motor, tal como decidir se dar ou não outra mordida naquele delicioso bolo de chocolate. O córtex pré-frontal também ativa hormônios que dizem a nosso corpo:

 "Ei, esse bolo é realmente gostoso. Eu vou lembrar disso no futuro".

 Nem todas as comidas são igualmente recompensadoras, é claro. A maioria de nós prefere comidas doces ao invés de azedas e amargas porque, evolutivamente, nossa via mesolímbica reforça que coisas doces proveem uma fonte saudável de carboidratos para nossos corpos. Quando nossos ancestrais iam colher frutinhas, por exemplo, azedo significava "ainda não está maduro" enquanto amargo significava "alerta, veneno!".

Logo o problema vem de longe! Por que quero doce??? Vem descobrir aqui ... Vc tem fome de quê???

 

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